Sociedade da Oralidade:
Comum em sociedades indígenas, é normalmente ágrafa. Concentra o poder nos membros mais antigos e experientes, responsáveis por passar os conhecimentos às novas gerações, utilizando para isso fábulas, narrativas e simbologias.
Também é comum nesse tipo de sociedade a utilização dos adágios (ditados populares), que criam as normas de conduta a serem seguidas, podendo ser usados como maneira de repreensão.
Esse tipo de sociedade não possui nenhuma forma de documento, ou seja, todos os conhecimentos e a tradição são adquiridos através dos diálogos.
Sociedade da Escrita:
Completamente ditada por leis escritas e documentadas, que regem o controle e a disciplina de seus membros. Esse tipo de sociedade é impessoal e baseia suas relações em contratos assinados.
Nesse regime é possível medir o poder econômico dos membros, quanto melhor é a capacidade do indivíduo em se comunicar graficamente, melhor é a sua condição financeira. Forma-se uma hierarquia social, que resultará posteriormente em uma divisão do trabalho (teórico ou gráfico).
É preciso tomar cuidado com o que se escreve, pois diferente da fala a escrita é um documento.
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